Andaraí festejará centenário de Herberto Sales

2ª edição da Festa Literária Internacional da Chapada acontecera dia 21 de setembro

 

Em 21 de setembro de 2017, o saudoso escritor andaraiense e eterno membro da Academia Brasileira de Letras, Herberto Sales, completaria cem anos de vida. Conscientes da importância de sua obra para a literatura nacional e objetivando ampliação de sua arte, a Biblioteca Municipal Herberto Sales, uniu forças com inúmeros organismos e instituições estaduais e deram, na tarde de ontem, o ponta pé inicial para realização do centenário que acontecerá entre os meses de abril a setembro.

O projeto será lançado oficialmente no aniversário do município, que será comemorado, nos dias 28 e 29 de abril, com a realização da primeira micareta cultural de Andaraí.


Além desta ação, durante os meses de evento, acontecerão rodas de conversa, tertúlias Literárias, mostra de filmes, exposição de memórias, caravana de teatro itinerante e o lançamento do edital para o concurso literário: “A Paisagem Cultural na Obra de Herberto”, voltado para estudantes do ensino médio e fundamental e promovido pela Fundação Pedro Calmon.

Dia 21, dia D


Dentre estas ações pensadas, duas merecem destaque especial: Lançamento do livro comemorativo ao Centenário, com a participação de expoentes estudiosos, escritores, amigos e familiares e a realização da 2ª FLICH – Festa Literária Internacional da Chapada Diamantina, que acontecerá em três município Seabra, Lençóis e Andaraí, entre os dias 20, 21 e 22 de setembro. Aqui a Festa literária acontecerá dia 21.

Participaram do encontro, o Vice prefeito, Venceslau Silva, a Secretária de Educação, Isa Bacelar, o Diretor Municipal de Cultura, Emílio Tapioca, e convidados. Representando a Fundação Pedro Calmon, estiveram presentes, o Diretor do Centro de Memória da Bahia, Rafael Fontes, a Coordenadora Administrativa, Mel Trindade, a Museóloga restauradora Marcia Lopes. Representando a Uneb/ Seabra, a Diretora Substituta de Ciencias Humanas e Tecnologia. Cristiane Andrade. Dhan Ribeiro, da Editora Kalango, o produtor cultural Esmon Primo e Dulce Ferrero, diretora da Casa Afrânio Peixoto, também contribuíram bastante.